domingo, março 28, 2010

Coisa de Jornalista #6 - A arte de escrever

A arte de escrever vai além de um simples exercício ou da prática cotidiana, como dizem alguns grandes jornalistas. Como escrever sem feeling? A alma de um grande escritor é translúcida, florescente, brilha no escuro. Suas palavras não precisam clamar para serem lidas, elas pulam aos seus olhos de tal forma a ser impossível que não ás veja e não ás admire. Não quero dizer que não escrevas só por não ter as estrelas nas pontas dos dedos, ou quero dizer com falsa modéstia que eu ás tenha, muito pelo contrário.

O bom escritor deve ter dentro de si uma criança incansável, questionadora, super ativa. Imaginação é a palavra-chave. Escrevas tu um poema, uma grande reportagem ou apenas uma notícia corriqueira. Imaginar além do fato. Enxergar além do que se vê. Assim espera-se de um grande autor, criatividade e suor. ‘Escrever é um suplício para quem gosta de escrever... Dá prazer ler um texto bem escrito. Escrevê-lo não dá prazer, dá trabalho’, disse Ricardo Noblat em um de seus livros que sem meias palavras fazem você se achar um ‘puta’ escritor ou mudar de profissão em fração de segundos.

Por que os jovens pseudo-escritores (assim como eu) adoram achar que tem um vocabulário super extenso e ficam usando palavras sob uma ornamentação barroca, do século passado, pensando assim em dar mais glamour à seus escritos? Simplicidade é a resposta para todas as perguntas. Simplicidade e clareza. Precisamos fixar na memória que nós não escrevemos para PhDs em nada, especialistas ou iniciados nesse ou naquele assunto, escrevemos para pessoas comuns, assim como eu e você.

Não vou me alongar demais, fica essa dica também, textos e frases grandes são cansativos, eu pelo menos me canso e largo pelo caminho das letras perdidas belos textos. O grande Vinicius de Moraes já dizia ‘Uma frase longa não é nada mais do que duas curtas’, resumindo, seja breve! Se puder contar uma história em 5 linhas por que contar em 10? Ser breve não implica em ser raso, vago, sem coerência. É ser conciso.
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Ps. Desculpa pelo atraso de não ter postado ontem emermada... os dias estão correndo e eu não tenho pique de maratonista para acompanhar.
Rafaela Ventura.
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sexta-feira, março 26, 2010

Colé de Mermo #6 - Salve Salvador


Rapidinhas Mermo

+ Se você é/ou conhece alguém dos mais diversos segmentos de Artes Visuais, fiquem ligados: Último dia para inscrições no Edital Salões Regionais de Artes Visuais da Bahia

+ Convocação pública para atendimento a iniciativa do Teatro de Rua. O objetivo é mapear essa rede artística para estabelecer uma política adequada de fomento aos grupos: Lançado cadastramento para Grupos de Teatro de Rua

+ Em comemoração aos 461 anos da cidade de Salvador uma série de eventos será realizado na cidade. Como, visita de historiadores à colégios públicos e projetos sociais levando grupos ao Centro Histórico da Cidade. Exposição Reviver Salvador, com fotografias dos séculos XVIII, XIX e XX, mostrando o desenvolvimento da cidade. já está em cartaz na galeria da Praça Pedro Arcanjo, fica até o dia 31/03. A programação completa você confere: Aniversário de Salvador será comemorado no Centro Histórico e nas bibliotecas

Informações: Plug Cultura

É Mermo! Salvador 461 ANOS!


Av. ACM


Vamos homenagear a cidade apresentando duas músicas antagônicas, sabemos muito bem que temos o lado bom e o lado ruim presente por aqui. Parabenizamos Salvador acreditando que possa desenvolver-se de forma mais equilibrada. 2010 é ano de eleição fiquem espertos!

Netinho - Prefixo de Verão/We Are The Carnaval/Um frevo novo


Inkoma(Pitty) - Salve Salvador - Letra


Estréia Nacional Mermo!

Os Inquilinos, filme nacional brasileiro com Ailton Graça, Caio Blat e Cássia Kiss. Conta a história da realidade de uma família de periferia que é alterada com a chegada de três jovens barulhentos que alugam a casa vizinha. Valter, Iara e seus dois filhos pequenos passam a dormir mal. Enquanto ele se atormenta com as mudanças no cotidiano de sua rua, Iara lhe parece cada dia mais bonita desde a chegada dos inquilinos. Vencedor dos prêmios de melhor roteiro e melhor atriz para Ana Carbatti(Iara) no Festival do Rio 2009.

Os Inquilinos - Trailer

Colé de Mermo dos Destaques do Final de Semana?!

Sexta-Feira (26/03/2010)

Noite Fora do Eixo – Instrumental! - A 2ª edição da festa conta com as bandas Camarones Orquestra Guitarrística (RN), Vendo 147 e Tentrio, em uma noite de rock instrumental, que conta ainda com a participação do DJ Big Bross. 2º piso da Boomerangue – R. da Paciência, 307, Rio Vermelho. R$ 5 (até a meia-noite) e $ 10 (após a meia-noite). A partir das 23h. 18 anos.

Forró da AABB 2010 - Continua, neste fim de semana, a série de shows de forró no clube, que vão até o São João. Adelmário Coelho é o anfitrião da festa, que convida, Forrozão e Seu Maxixe. Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB) – Piatã. R$ 30. A partir das 22h.

Alegria de Viver - Texto: Deborah Moreira. Direção: George Mascarenhas. Com: Deborah Moreira e George Mascarenhas. Inspirada na obra do pintor Matisse, espetáculo multimídia conta a história de um escultor que deseja se desfazer do seu passado e de suas obras. Revoltada, uma escultura ganha vida para reinvindicar. Teatro Sesi – Rio Vermelho (3334-4698). R$ 20 e R$ 10. Às 20h.


Sábado (27/03/2010)

Rosa de Saron - A banda de rock católico, apresenta o show do DVD Rosa de Saron Acústico e Ao Vivo. Estádio Municipal Reitor Edgar Santos – Centro, Simões Filhos - R$ 25 (casadinha), R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Às 19h.


Toquinho e MPB4 - O espetáculo será uma síntese da trajetória desses artistas, que homenagearão Vinicius de Moraes, principal parceiro de Toquinho e Chico Buarque, que já chegou a considerar-se o “MPB-5”. O público poderá reviver sucessos e ainda curtir histórias da MPB contadas com graça, humor e com uma dose de picardia. Teatro Castro Alves – Campo Grande. R$ 150 e R$ 75 (Filas A a P), R$ 120 R$ 60 (Q a Z) e R$ 100 R$ 50 (Z1 a Z11). Às 21h.


Zezé de Camargo e Luciano - Marcando o o encerramento oficial da Liquida Salvador 2010, a dupla faz show neste sábado. Durante o evento, serão sorteados para os participantes da Liquida um utilitário esportivo Honda CR-V, três Celtas e dez motocicletas. Wet'n Wild. R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia). Às 21h.

Um Caso de Língua - Texto: colagem. Direção: Carmem Paternostro. Com Urias Lima. O espetáculo faz um mosaico da formação do português brasileiro, a partir das influências de três matrizes lingüísticas: africana, portuguesa e tupi. Integra a I Edição da Mostra de Monólogos. Teatro Gamboa Nova – Gamboa (3329-2418). R$ 10 e R$ 5. Às 20h.


Domingo (28/03/2010)

Maglore / Suinga - A Maglore faz sua mistura entre rock e sons latinos, em especial brasileiros. Já Suinga faz releitura de gêneros do Carnaval (partindo da década de 1970) e da música popular. World Bar – Barra (8744-7484). R$ 10. A partir das 18h.

O Círculo - A banda convida Kayman e Biosônica para o último dia do projeto O Círculo Convida. Boomerangue – Rio Vermelho (3334-5577). R$ 9,99 (sem taxa de consumação). A partir das 17h. 18 anos.

Samba D‘Ju - A banda feminina encerra o domingo com samba no Botequim São Jorge – Rio Vermelho (3334-8181). R$ 10. A partir das 18h.

O Sapato do Meu Tio - Texto e atuação: Lúcio Tranchesi e Alexandre Luis Casali. Direção: João Lima. Tio começa a ensinar a arte do palhaço para o sobrinho, revelando uma relação de poucas palavras, mas cheia de respeito, humor e muita poesia. Teatro Sesc Casa do Comércio – Av. Tancredo Neves(3273-8732). R$ 30 e R$ 15. Às 20h.
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quinta-feira, março 25, 2010

Pregadas #5 - O futuro, o amanhã e o próximo segundo


Ultimamente tenho me perguntado qual a minha missão na Terra. Por que e pra que estou aqui. Qual o objetivo da Providência em confiar a mim a minha própria vida. Sigo buscando sinais, tentando encontrar respostas a partir dos estímulos que me propõem. Descobrindo que as coisas, os fatos e as pessoas simplesmente passam a existir, mesmo tendo estado o tempo todo ali diante dos meus olhos. Diante desses espelhos que reproduzem imagens que se eternizarão bem como outras que desaparecerão ao longo da vida simplesmente deixando de existir, mesmo estando o tempo todo ali diante dos meus olhos. Vez ou outra elas voltarão a ser refletidas disfarçadas de passado, encarnadas em lembranças e perpetuadas sob o nome de experiência. Essas imagens representam tudo o que nos é permitido resgatar de tudo aquilo que já não há; que o tempo levou. Paradoxalmente, acredito que tudo que há de real é aquilo que não podemos tocar, porque a matéria segue obedecendo a Lavoisier, mas ele nunca poderá transformar o que se solidificou na abstração. Apesar de tão significante, não é o desafio superado que me preocupa. É a sensação de impotência diante de um inimigo que não para: o tempo. Afirmo que não há nada mais desesperador que a incerteza do próximo segundo. Só nos é dado o poder de saber o que soubemos, mas nunca saberemos o que vamos saber. Nunca nos livraremos da dúvida quanto a sequência cronológica incessante de segredos a serem revelados, mas que por enquanto se escondem por trás das fronteiras do futuro.Viver é como romper barreiras. O presente é onde você está, mas não está mais. Viver, de fato, é alternar os mundos revezando personalidades paralelas e ao mesmo tempo individuais. É ser o mesmo "eu" que existiu, convivendo com o "eu" existente e que já não existirá diante do "eu" que está por vir. Viver o presente, então, é estar milimetricamente equilibrado onde os dois buracos negros nunca poderão te sugar. Estar no presente é estar sempre no mesmo lugar, estando sempre em lugares diferentes. É poder ser uma infinidade de vidas dentro da mesma vida que morre e ressuscita a cada faísca de tempo que se vai. Enquanto o passado precisa ser para não ser, o futuro há de não ser para que seja. O presente é o estado iminente de uma mistura homogênea. O ser e o não ser coexistindo instantaneamente. Presente é vida e morte, é feto e caveira, antes e depois. Pensamentos que desviam-se de rumo e cessam antes mesmo de se chamarem ações. Não sei! Se sou, se serei... Se sei, se não sou, se fui, se seria... Se sempre serei, se "nunca serão". Mas nunca sei com certeza se "ser ou não ser" é a questão.
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sábado, março 20, 2010

Coisa de Jornalista #5 - NewJazz Baiano.

Nascido do blues, das work songs dos trabalhadores negros norte-americanos, o jazz passou por uma extraordinária sucessão de transformações no século XX. É notável como essa música se modificou tão profundamente durante um período de apenas um século. A evolução histórica do jazz, assim como da literatura, das artes plásticas e da música clássica, segue um padrão de movimento pendular, com tendências que se alternam apontando em diversas direções muitas vezes opostas.


Salvador é um balaio de diversidade musical. Cabe em todos os cantos um instrumento diferente, uma batida inusitada. São quereres e formas singulares de mostrar sua essência musical. O jazz não escapa desse tabuleiro! O BOOM do jazz baiano para minha geração dos 20 e poucos anos, me arrisco a dizer, foi apartir das JAM SESSION no Museu de Arte do Moderna (MAM) com Ivan Huol. Uma junção perfeita de boa música, uma bela vista e pessoas interessantes. No verão o JamNoMam vira ponto turístico, pessoas de todo o país se deleitam com aquela música cheia de improviso que mais parece ter sido ensaiada semanas a fio. Outra vertente do jazz conteporâneo baiano vem com o cantor Beto Black, chegando no mercado com o disco 'Dias Livres', com uma batida e uma voz daquelas que entram no ouvido sem fazer esfoço, sabe? Gosto dessa mistura, de ousar nas composições, nos ritmos. Quando questionado sobre a escolha do Jazz como seu estilo musical, Beto diz não temer as opiniões divergentes e acredita sim que há espaço para o Jazz na Bahia e no Brasil.


“Eu tenho experiência com outros estilos musicais, aprendi muita coisa e já trabalhei com muita gente boa, mas minha essência é outra. Eu acredito que sempre haverá espaço para música de qualidade, seja ela qual for, esteja ela onde estiver.” Disse Black.


Para aqueles que pensam que Jazz é coisa do passado, Salvador ta aqui para mostrar que Jazz pode sim ser totalmente 2010!


Agenda:

>>>> Beto Black toca hoje (20/03), na Mega Store da Saraiva. Já o jazz no MAM acontece todo sábado, assim que o sol se deita no Museu de arte moderna.
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Jazz para nossos ouvidos!
Té sábado que vem, Emermada.
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sexta-feira, março 19, 2010

Colé de Mermo #5 - Rosa Fubá

É Música Mermo

A banda legitimamente baiana, Pirigulino Babilake, está em fase de pré-produção do seu CD, Rosa Fubá. Prometido ainda para esse semestre, traz músicas de autoria própria compostas por Pietro Leal(vocalista) e parcerias com seus integrantes ou colegas de música. Tem na proposta de seu som, resgatar o som originalmente da Bahia. Como eles mermo dizem, coisa que não se vê desde o tempo do Tropicalismo e do Novos Baianos. Além de Pietro (voz e violão), o time é formado por Guto Miranda (guitarra), Davi Brandão (guitarra), Vinicius Nunes (contrabaixo e vocais) e Gugu Pinto (percussão e vocais).


Já está disponível a PROMO do cd Rosa Fubá. DOWNLOAD

Acesse o Site Oficial.

E encontre a Pirigulino Babilake nas diversas redes sociais. AQUI

Pirigulino Babilake em apresentação no Soterópolis


Estréia Mermo

Denzel Washington reaparece em O Livro de Eli. A estória é o seguinte, em um futuro não muito distante, cerca de 30 anos após o término de uma guerra, um homem solitário cruza a paisagem devastada da América do Norte. Cidades abandonadas, viadutos destruídos, crateras no solo — ao seu redor, as marcas da destruição catastrófica. Não há civilização aqui, nem lei. As estradas pertencem a gangues que matariam um homem pelos seus sapatos, por um gole dágua ou simplesmente por nada. Então Eli (Denzel Washington)atravessa os EUA para proteger um livro que guarda os segredos da salvação da humanidade.

Trailer - O Livro de Eli


Colé de Mermo dos Destaques do Final de Semana

Sexta-Feira (19/03/2010)

Formidável Família Musical - O grupo apresenta algumas músicas novas e antigas. A banda Maglore abre a noite com seu rock tropical. 2º piso da Boomerangue – Rio Vermelho (3334-5577). R$ 20. A partir das 23h. 18 anos.

Forró da AABB - Continua, neste fim de semana, a série de shows de forró no clube, que vão até o São João. Adelmário Coelho é o anfitrião da festa, que convida, Forrozão e Tatau. Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB) – Av. Orlando Gomes, 1.904, Piatã. R$ 30. A partir das 22h.


Sábado (20/03/2010)

Vanessa da Mata / Mariana Aydar / D. Ivone Lara / Mallu Magalhães - Capitaneado por Vanessa da Mata, o projeto Mulheres Brasileiras traz os quatro ícones femininos de diversas gerações da música brasileira para show conjunto na Concha Acústica do Teatro Castro Alves. R$ 60 e R$ 30. Às 19h.

Forró Encosta N'eu - Em ritmo junino, a festa conta com os shows dos grupos Estakazero, Parangolé e Forró do Muído, além dos cantores Tomate e Jau. Wet'n Wild – R$ 120 e R$ 60 (camarote); R$ 60 e R$ 30 (pista). A partir das 20h.

Márcio Mello - O cantor e compositor apresenta o show do seu mais novo álbum, Solitário Punk. A noite ainda terá a discotecagem do DJ Pinguim, residente da casa. Groove Bar - Barra (3267-5124). Às 22h. R$ 20. 18 anos.


Domingo (21/03/2010)

Samba Salvador - O evento reúne grandes nomes do gênero, como Rodriguinho, Alexandre pires, Sampa Crew, Harmonia do Samba, Psirico e Cupim na Mesa. Wet'n Wild – Av. Paralela, s/n (3451-4440). R$ 120 e R$ 60 (camarote); R$ 110 (casadinha camarote) e R$ 60 (casadinha pista); R$ 70 e R$ 35 (pista). A partir das 12h.

O Círculo - A banda baiana recebe os grupos Enio e A Maloca e Soteropolitanos como convidados especiais no projeto O Círculo Convida. Boomerangue - Rio Vermelho (3334-5577). R$ 9,99. A partir das 17h.
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quarta-feira, março 17, 2010

Êta, Bahia Porreta! #6 - Uri Valadão (O Baiano Voador)

Nome:
Uri de Medeiros Valadão

Idade:
25 anos

Natural:
Salvador-BAHIA

Família:
Filho caçula de Edison Valadão, um gaúcho. E de Cleide Medeiros, uma alagoana. Tem dois irmãos.

Seus pais através de uma reportagem sobre parto na água, decidiram que ele nasceria assim. Fator que pode ter contribuído muito para o que Uri iria se tornar.

Ao Mar:
Desde a infância sempre próximo a natureza e visitando os mais diversos locais paradisíacos da Bahia e do Brasil, teve seu primeiro contato com a prancha aos 8 anos de idade. Seus irmãos que já pegavam onda, facilitaram sua iniciação no esporte.



Despontando:
Com 12 anos, na praia da Terceira Ponte, surgiram duas pessoas querendo formar uma escolinha de bodyboarding. Uma delas permanece ao seu lado até hoje, Márcio Torres, seu instrutor e um dos grandes responsáveis pelo seu desenvolvimento no esporte.


A partir desse encontro o que vemos é uma história de muitos títulos. Toda a lista vocÊ confere direto de seu site oficial. Destacando alguns títulos como:

1999 - Campeão da 2ª Etapa do Circuito Brasileiro de Bodyboarding – Mirim
2001 – Campeão Brasileiro Amador
2002 - 4º colocado no ISA WORLD SURFING GAMES (Olimpíadas do Surf) - África do Sul
2003 - Campeão Brasileiro Profissional / Vice-campeão Mundial WQT (World Qualyfining Tour)
2004 - Campeão do Rio das Ostras Super Pró - Etapa do Mundial WQT e do Circuito Brasileiro
2005 - Campeão Latino-americano
2006- Tri-campeão brasileiro / Top 4 do Mundo
2007 - Campeão da última Etapa do Mundial em Ilhas Canárias / Vice-campeão Mundial


Em 2008, após o Tetra-Campeonato Brasileiro e o Tri-Campeonato Latino Americano, Uri chega ao seu principal obejtivo:

CAMPEÃO MUNDIAL DE BODYBOARDING PROFISSIONAL!



Na Ponta:
Esse mês, foi eleito o 3º melhor atleta do mundo pela revista Vert. Uma revista portuguesa especializada, e uma das mais conceituadas do mundo além de ser uma das mais antigas no mercado. Anualmente ela faz uma enquete com os leitores onde são escolhidos os melhores atletas da atualidade.

Paralelamente:
Cursando a faculdade de Biologia, onde tem muita identificação e como forma de retribuir à natureza sua paixão. Pretende dar sua contribuição em tudo que envolve sua preservação. E pensa ainda em realizar projetos sociais para ajudar os mais carentes a chegar pelo menos próximo dos seus sonhos.

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sábado, março 13, 2010

Coisa de Jornalista #4 - Brigadeiro a Dentro


Assumo sou viciada mesmo! Minhas tardes pós-colégio na infância não tinham a menor graça sem ele.





Foi na eleição que Eduardo Gomes disputou com Dutra, logo após a deposição de Getúlio, em 45, que ele surgiu. Eduardo Gomes fora um dos tenentes de 30 e um dos heróis do episódio dos ''18 do forte'', era o candidato da União Democrática Nacional, UDN. A eleição acabou sendo ganha pelo candidato do PSD e PTB, Eurico Gaspar Dutra, mas quem recebeu homenagem virando um dos doces mais queridinhos do Brasil não foi ele. A versão mais conhecida diz que o nosso brigadeiro foi em homenagem ao brigadeiro Eduardo Gomes. Falam que o tal do brigadeiro era um homem muito bonito, garboso, esguio e cheio de classe que arrancava suspiros das mulheres por onde passava. E graças então ao tal brigadeiro, o candidato, que temos hoje o nosso brigadeiro: o doce.
A história que se ouve por ai, sem grandes relatos que comprovem a veracidade de tais fatos, é que havia racionamento de açúcar, ovos e leite no Brasil naquela época. Então alguém quis fazer um doce e, teve a grande idéia de misturar leite condensado com chocolate. Esses docinhos eram vendidos por um grupo de fãs para promover a candidatura do Brigadeiro Eduardo. Com isso elas usavam um slogan dizendo que aqueles eram 'os docinhos preferidos do brigadeiro’, e assim deu-se o nome em homenagem ao candidato.
O doce feito com leite condensado, margarina e chocolate em pó virou mania e foi passado de geração em geração. Hoje o brigadeiro é um dos doces mais conhecido da culinária brasileira. Sua elaboração, embora simples, pressupõe o domínio de certos truques para dar o ponto. Mas cá entre nós, para um brigadeiro ficar ruim, só queimando! Pela praticidade do doce, ele se popularizou com rapidez e hoje é o grande convidado das festas de criança, das reuniões entre amigos, das tardes de filmes, dos namorados apaixonados... Quem não tem uma boa história pra contar na companhia dele?!

(Porque eu me lembrei de brigadeiro uma hora dessa? Ponto um, tem uma grife lançando uma coleção inteira inspirada nele, ponto dois, eu amo brigadeiro, ponto três: brigadeiro não tem hora!)



Brigadeiro para todos, até mais.
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